Maria Ivone Vairinho e Poetas Amigos

Outubro 03 2009

 

A      E X I S T Ê N C I A  !
 
Fomos criados a bilhões de séculos,
Produtos da transmissão dos corpos.
Apenas em um dia vemos a luz brilhante
Na eternidade apenas por um instante !

Um punhado de anos vivemos neste mundo,
E tudo se esvai apenas em um segundo.
Fomos premiados pela Divina Providência
Ao sentirmos a beleza do mundo, no dia a dia !

Do nascimento à morte só existe um dia,
Como uma luta de eras romanas na porfia.
Somos produtos químicos da natureza
E refeitos sempre com toda certeza !

Ninguém sabe porque no mundo está,
Com certeza Deus um dia nos explicará.
Milhões de séculos ainda se passarão
Até que o homem entenda essa razão !

Somente o néscio a razão não procura,
Não deve esperar o tempo da sepultura.
Fazer deste mundo um bom relicário
E sonhar poder ver um dia o Santuário !

Nunca fazer do mundo um lúgubre deserto,
Sempre ter no pensamento a poesia por perto.
Pois no mundo Deus colocou os poetas
E no coração dos homens abriu as portas!

Daqui a milhões de séculos infindos,
Milhões de poetas serão sempre bem vindos.
E Deus aos poetas sempre os abençoará
Porque com eles a humanidade se salvará !
 
ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO
Casa do Poeta de São Paulo
Movimento Poético Nacional
Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores
Academia Virtual Poética do Brasil
Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.
Ordem Nacional dos Escritores do Brasil
Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal
publicado por appoetas às 19:13

Outubro 03 2009

 

D A     C O S T A   ! ! !
 
Muito antiga família portuguesa,
Da Costa de Portugal com certeza.
Nesse lugar com muita sorte
Surgiu o nome lá no seu norte !
 
Da Costa da Quinta dos Senhores,
Na região de Guimarães com pendores.
Eram da Corte com lealdade e dedicação
Trazendo já no peito a bondade no coração !
 
Dessa família nobre houve cônsules,
E capitães dedicados a todos instantes.
Ao Rei Dom Afonso Henriques o fundador
De Portugal com todo mérito e amor !
 
Notáveis lutadores das glorias lusitanas,
Emergentes de lutas gigantescas e insanas.
Esse nome escreveu por toda pátria portuguesa
As glórias guerreiras e poéticas de sua beleza !
 
Séculos se passaram com todo fervor,
Pela pátria lusitana e com todo amor.
Os Da Costa da atualidade tem paixão
Pelas terras portuguesas no coração !
 
Adriano Pai com toda arte e poesia,
A Historia portuguesa escreveu um dia.
Adriano Filho amando o lindo Portugal
Traz no seio a imagem eterna do seu ideal !
 
No Jornal Mundo Lusíada do ilustre Odair
Quinzenalmente seus artigos vão sair.
Do mundo lusitano o jornal mais lindo
Beleza eterna de um louvor infindo !
 
Na eternidade em séculos distantes,
Quando alguém lembrar eras imanentes.
Os Da Costa estarão sempre presentes
Com poemas e escritos jamais latentes !
 
Tenho orgulho das minhas descendências,
Vindo de eras distantes sem ausências.
Despontando o Sol dourado da aurora !
Do lindo e eterno Portugal de agora !!!
 
ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO.
 
Casa do Poeta de São Paulo
Movimento Poético Nacional
Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores
Academia Virtual Poética do Brasil
Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.
Ordem Nacional dos Escritores do Brasil
Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal
publicado por appoetas às 19:08

Outubro 03 2009

  O SERENO ENCANTADO !

 
Algumas folhas de uma árvore caíram,
Com certeza ali no chão elas ficaram.
Eu não reparei a chuva que caia
Porque meu pensamento além fluía !
 
Nessa ramagem sempre ia refrescar-me
E ao seu pé costumava ali sentar-me.
Matar a sede das sedes do infinito
Para acalmar a alma sem qualquer grito !
 
Ninguém se importou saber onde vivo,
Se sou um homem e se sou um espírito.
Falo com as árvores, como com os humanos
Porque de Deus criaturas nos somos !
  
Afinal as árvores são como os seres humanos,
Tem seus valores e os seus desenganos.
Como elas também nós adoecemos
Às vezes nos recuperamos e finalmente morremos !
 
Em seus galhos brotam folhas e flores,
Todas elas para nós com seus pendores.
E gostaria de perguntar-lhe, porque adoecer ?
E tenho pena de ela não poder responder !
 
Mas, essa árvore é um vivo ser
E muitos anos com certeza vai ter.
Porque ficas triste ? pulsa-te a vida
Tens a natureza à tua volta envolvida !
 
Quero acariciar-te e olhar a tua alma,
Porque transmites ao meu ser a tua calma.
És com certeza na tua grande solidão
Um pedaço eterno do nosso coração !
 
Não passas de uma árvore muda e quieta,
Mas, sonhas como eu com a beleza certa.
E tu só tens a gratidão, só tens brandura
E sempre nos dás abrigo com total ternura !
 
Quando eu vou em teu redor descansar,
Sonhar eu vou com o meu pensar
Acariciar os lindos e longos ramos 
E com certeza como namorados que somos!   
 
A Primavera nesta data já vem vindo,
De um fulgor enfeitado e todo infindo
E com certeza deixar o resto com Deus
 Que encantará tuas folhas aos olhos meus! 
 
ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO.
Casa do Poeta de São Paulo
Movimento Poético Nacional
Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores
Academia Virtual Poética do Brasil
Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.
Ordem Nacional dos Escritores do Brasil
Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal
publicado por appoetas às 18:59

Outubro 03 2009
Já não viajo pela cidade...
                                                     
Os meus planos
têm agora a dimensão do dia,
o futuro já não tem tamanho para mim.
 
Mas tenho saudades  
quando a pressa era Amarela.
Tlim, Tlim avança
Tlim,  pára!
 
E aos solavancos
Corríamos por ruas e ruelas
Avançávamos pelas avenidas
E tudo ficava ao nosso alcance.
 
Tenho saudades dos bancos corridos
       de madeira e palha;
Tenho saudades dos toldos de riscas
 e do calor das viagens de verão
       até ao Dafundo,
Tenho saudades dos miúdos pendurados
        e do pica-bilhetes.
 
Tenho saudades do tempo
em que a pressa era Amarela.
Maria Clotilde Moreira
publicado por appoetas às 18:52

Outubro 03 2009
Olá amigos muito especiais
 
RECORDANDO AMÁLIA
O próximo dia 6 assinala a passagem de 10 anos de saudade
pela partida da nossa nobre Diva do Fado que foI  AMÁLIA.
O poema de hoje é um testemunho poético dessa saudade
e mais uma homenagem póstuma àquela que foi sem dúvida
a maior entre as maiores...AMÁLIA.
Veja e ouça este tema em poema da semana ou aqui neste link:
 
http://www.euclidescavaco.com/Poemas_Ilustrados/Recordando_Amalia/index.htm
 
Desejos dum magnífico fim de semana.
Euclides Cavaco
cavaco@sympatico.ca
 
Venha tomar comigo um cálice de poesia...
Entre por aqui na minha sala de visitas:
www.ecosdapoesia.com
 
publicado por appoetas às 18:49

Outubro 03 2009
Olá amigos especiais
 
BALADA DE OUTONO
é o tema  propício para saudar a entrada do Outono neste hemisfério.
Veja e ouça o poema declamado em poema da semana ou aqui neste link:
 
http://www.euclidescavaco.com/Recitas/Balada_de_Outono/index.htm 
 
Cordiais saudações para todos vós.
Euclides Cavaco
cavaco@sympatico.ca
 
Venha tomar comigo um cálice de poesia...
Entre por aqui na minha sala de visitas:
www.ecosdapoesia.com
 
publicado por appoetas às 18:46

Outubro 03 2009

 

 O doce & o Seco

 
Susana Custódio
 
Naquele bar, sentado na mesa do canto
Com uma garrafa de Sercial e um cálice
Ele digeria extractos de solidão sem pranto
E mil fragmentos de pensamentos em vórtice
 
Chegou aquela mulher de fogo nos olhos
Sobre a mesa uma garrafa e um cálice de Malvasia
Curioso olhou-a e franziu os sobrolhos
O seu coração entrou em arritmia
 
Ambos brindaram à tristeza e solidão
Ele com o doce, ela com o seco
Cada um afogando a sua paixão
 
Aquela noite findou sem glória
O destino tinha tecido a mesma trajectória
Num encontro sem fim e sem começo
 
26 de Setembro de 2009
 
(Poema inspirado no Conto Sercial & Malvasia
de Joaquim Evónio)
 
publicado por appoetas às 18:41

Outubro 03 2009

 

Convite
A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e o Fórum Landi da Universidade Federal do Pará convidam V. Exª. a participar do
I COLÓQUIO LUSO-AMAZÓNICO
Literatura entre Rios
 
O Universo de Dalcídio Jurandir (1909-1979) no centenário de nascimento do
romancista da Amazónia
 
A ser realizado no dia 6 de Outubro de 2009, das 16 às 18 horas, no Auditório 2 (torre B, 3º piso) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
 
 
 
PROGRAMAÇÃO
Abertura
Prof. Dr. João Sàágua, Dir. da FCSH-UNL (Presidente da mesa)
Embaixador Lauro Moreira (Chefe da Missão do Brasil junto à CPLP):
Profª. Drª. Isabel Mendonça, Directora da ESAD-FRESS (Representante do Fórum Landi)
Prof. Dr. Rafael Moreira, FCSH-UNL (Moderador)
Comunicações
Investigadora Anete Costa Ferreira (Fórum Landi):
Palestra “Os Lugares de Dalcídio Jurandir – Marajó, Gurupá, Belém e Rio de Janeiro”.
Investigador Edilson Motta (CHAM, Fórum Landi):
Palestra “A Fisionomia Amazónica e a obra Dalcidiana”.
Embaixador Lauro Moreira (Chefe da Missão do Brasil junto à CPLP): Declamação de poemas de Dalcídio Jurandir e de Carlos Drumond de Andrade.
 
 
 
 

Embaixada do Brasil em Lisboa - http://www.embaixadadobrasil.pt
publicado por appoetas às 18:31

Este blogue está aberto aos co-autores e Poetas Amigos de Maria Ivone Vairinho
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